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Mês: maio 2012

26 de maio de 2012

Governo Brinca com Fogo*

José Lemos No excelente documentário produzido pela Câmara dos Deputados sob titulo “Laboratório Brasil”, o ex-presidente do Banco Central, Gustavo Franco, fala que os Governantes gostam de “fazer bondades pintando papel”. Estava se referindo ao financiamento de um gigantesco déficit no orçamento do setor publico, utilizando a fabricação de dinheiro, para cobrir gastos desordenados dos governos militares e dos primeiros […]
19 de maio de 2012

Apologia ao Caos*.

José Lemos O Professor Alain De Janvry, da Universidade da Califórnia, USA, é um dos ícones mundiais na discussão do desenvolvimento rural como um importante vetor para o desenvolvimento amplo. Ele afirma que a pobreza rural, a sua negação, é o lado sombrio que, se deixado exposto, provoca caos nas áreas rurais e nas áreas urbanas. O Engenheiro Agrônomo Roberto […]
17 de maio de 2012

Maranhão Sempre Recomeçando e Empobrecendo*

José Lemos O Maranhão continua sendo o mais rural dos estados brasileiros. Segundo o último Censo Demográfico do Brasil de 2010, aproximadamente quarenta por cento da população do estado ainda sobrevive nos rincões sofridos das áreas rurais de um estado que tinha tudo para ser um grande produtor de alimentos e de matérias primas agrícolas. O IBGE começou a fazer […]
6 de maio de 2012

Professor Amartya Sen Fala Sobre o Brasil*

José Lemos As “Páginas Amarelas” da Revista “Veja” desta semana traz uma excelente entrevista com o Professor Amartya Sen, um dos criadores do conceito de desenvolvimento humano (DH) e do seu aferidor, o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), em 1990. Sempre aprendemos quando “ouvimos” os ensinamentos do Professor Sen, que é indiano e foi ganhador do Premio Nobel de Economia […]
1 de maio de 2012

A Administração Pública Deve Ser Profissional*

José Lemos** Depois de sairmos às ruas no maior movimento cívico recente do País que foi aquele das “Diretas Já” que culminou com a difícil conquista da redemocratização no Brasil, as administrações, tanto em nível federal, como estaduais e municipais, passaram a ter uma conotação muito mais política do que técnica e profissional, como seria o desejável. Já no primeiro […]